5 de agosto de 2013

Dramática, TV aberta vive pior momento desde 2009

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O mercado publicitário brasileiro atravessa a pior crise desde 2009.

Nos cinco primeiros meses deste ano, os investimentos em propaganda cresceram apenas 1,79%, atingindo R$ 11,9 bilhões, segundo o projeto Inter-Meios, da revista Meio & Mensagem.

É o pior desempenho desde 2009, quando o mercado cresceu 1,72% de janeiro a maio.

Os dados são reflexo de crise econômica. O mercado publicitário é muito sensível a crises, pois gastos com propaganda costumam ser os primeiros a sofrerem cortes.

Em 2009, o mercado brasileiro sofria os efeitos da crise econômica mundial de 2008. Neste ano, sente as consequências da chamada crise europeia.

Menos do que a inflação

Jornais, revistas e até internet estão recebendo menos investimentos publicitários do que em 2012.

A TV aberta e a TV paga registraram alta em relação aos primeiros cinco meses do ano passado, mas abaixo da inflação, em torno de 6% ao ano. Ou seja, em termos reais, está havendo uma queda.

A TV aberta vendeu 4,68% a mais de janeiro a maio de 2012 em relação ao mesmo período do ano passado. É praticamente o mesmo percentual dos primeiros cinco meses de 2009: 4,64%.

Já a TV aberta, apesar da alta de assinantes acima de 20% ao ano, cresceu apenas 2,75% em publicidade.

Neste ano, no entanto, a situação da TV aberta está mais dramática do que quatro anos atrás, por causa das demissões promovidas por Record, Rede TV! e Band.

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