15 de janeiro de 2015

Emissoras de TV precisam se preocupar em arrumar suas próprias casas; entenda

Naquilo que diz respeito às suas emissoras, próprias ou afiliadas e tendo apenas a Globo como exceção, as demais cabeças de rede deveriam impor determinações mais severas para fazer valer um mínimo de qualidade em suas transmissões e maior respeito com os telespectadores.

Coisas inacreditáveis ainda acontecem nesse Brasil afora, em todas as suas regiões, tanto na maneira ainda amadora com que são administradas a grande maioria dessas TVs como na forma que são manejadas as suas grades de programação.

Em Belém, no Pará, apenas como exemplo, uma capital importante, cada funcionário do jornalismo da Record é obrigado a se desdobrar por dez, para atender uma demanda de trabalho cada vez maior. Não bastasse, as condições estruturais oferecidas são as mais precárias.

Por outro lado, o público a todo instante é surpreendido por descontinuações nas programações, para entradas de horários vendidos, geralmente para igrejas das mais diferentes bandeiras. A afiliada da Rede TV!, no Paraná,  TV Cidade, é uma dessas. Em vários momentos, os seus telespectadores são desrespeitados com essas interrupções.

Repito: estas são apenas duas amostras das verdadeiras barbaridades que existem.

Antes de se queixar das pesquisas do Ibope e achar que a GfK será um verdadeiro bálsamo para todos os males, essas emissoras têm mais é que se preocupar em arrumar suas próprias casas.

A bagunça que existe ainda é muito grande.

Fonte Flávio Ricco

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