15 de abril de 2015

Patricia Abravanel apresenta seu tesouro, Pedro; veja


Uma mulher que preza por hábitos simples, como se reunir com a família e bater papo em torno de uma mesa de café da manhã, e que tem na igualdade entre as pessoas uma das maiores lições aprendidas com o pai. Uma mãe descolada, sem neuras, que quer criar o filho da maneira mais independente possível e ensiná-lo que a felicidade é um esforço pessoal e uma construção diária. Uma profissional exigente, que pretende perpetuar o legado do seu mestre. Esta é Patricia Abravanel (37), uma das herdeiras do apresentador Silvio Santos (84), ícone da TV e homem admirado em todo o País. Linda, articulada e bem-sucedida à frente do programa Máquina da Fama, do SBT, Patricia se sente, agora, ainda mais completa, serena e feliz ao lado de Pedro (7 meses), seu herdeiro com o deputado federal Fábio Faria (37). E o papel de mãe tem lhe caído muito bem.

“Estou impressionada, me achando o máximo como mãe e quero mais! Acho importante o Pedro ter um irmão”, afirma ela. “Sei que cometo erros, mas minha vontade é acertar. Quero estar o tempo todo com ele, ensinar e sentir esse amor que é o da entrega”, analisa, ao fotografar com o filho em sua casa, em São Paulo. Se Patricia encara as delícias e dores inerentes à maternidade com leveza e prazer, é possível dizer que o avô famoso se encaixa também à regra nos momentos com os netos, incluindo os filhos da irmã Daniela Beyruti (38), Manuela (1 ano e 6 meses) e Gabriel (3). Uma vez por semana, ele e a mulher, a novelista Iris Abravanel (66), aproveitam para mimar as crianças. “Minha mãe montou um parquinho em casa e eles adoram ficar com eles. Meu pai adora pegá-lo no colo e fazer mágica, bater palmas e assoprar. Ele é da comunicação”, fala, orgulhosa do clã.

Como está sua rotina agora?
Passo as manhãs com o Pedro, faço ginástica e, logo em seguida, almoçamos. À tarde, vou trabalhar. Três ou quatro vezes por semana estou na emissora, e, além de gravar o programa, também me envolvo com o planejamento de outros negócios da empresa.

Pedro é mais parecido com você ou com o Fábio?
Fisicamente, é a cara do pai! Pedro é muito bem-humorado, extrovertido, além de bastante carinhoso. Ele quase não chora. Acho que tem um pouco de nós dois.

Dói deixá-lo em casa e sair para trabalhar?
Uma vez falei: ‘A mamãe vai trabalhar’ e ele não me olhou. Aí falei, ‘Filho, olha para a mamãe!’. E ele começou a chorar... Fiquei mal! Mas depois passou e agora ele entende. Não quero ser aquela mãe que vive em função do filho porque eles crescem e deixam a gente. Quero que ele veja que sou feliz e bem resolvida, para não ser um peso para ele no futuro.

É difícil dizer ‘não’?
Acho que criança mimada e chata acaba sendo rejeitada. Não quero que ele seja assim, então falo não, porque sei que vai fazer bem a ele no futuro. Eu disciplino por amor, não para reprimir.

Seus pais o mimam muito?
As crianças têm um quartinho na casa deles e eles são os maiores incentivadores de que eu viaje com o Fábio para ficar com o Pedro. Meu pai é mais do brincar, é a parte da farra, de ‘estragar’, ele entope meus sobrinhos de chocolate. (risos) Ele gosta de dar mamadeira, mas nunca trocou fralda. Tanto ele quanto minha mãe são muito jovens e estão em uma fase de muita curtição com os netos.

Dá tempo de namorar?
Sim, acho importante os pais estarem bem, tenho esse exemplo em casa. Meus pais se amam e se curtem, com tantos anos de casados, eles se bastam. Quero ter isso com o Fabio e quero que meu filho saiba que ele não é o centro. O centro de uma família bem estruturada é o casal. E está nas mãos da mulher construir uma relação saudável com o marido.

Fonte Caras

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